Protógenes discursa sobre matéria tendenciosa do “Estadão”

Protógenes declara que representação do PSDB não tem fundamento

Nota de Esclarecimento

Em esclarecimento à matéria tendenciosa publicada no jornal “O Estado de S. Paulo” de 09/05/2012 sob o título “Protógenes tentou contato com esquema do Cachoeira, diz Polícia Federal”, volto a reafirmar que trata-se de mais uma afirmação leviana “plantada” por pessoas interessadas na obstrução da CPMI do Cachoeira com o objetivo de confundir a opinião pública a respeito do que, verdadeiramente, deva ser apurado na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o contraventor “Carlinhos Cachoeira”.

Durante a sessão secreta da CPI, ocorrida ontem (08/05/2012), o Delegado da Polícia Federal Raul Marques, coordenador das operações Vegas e Monte Carlo, citado na matéria, reafirmou em dois momentos que não tenho qualquer ligação com o esquema fraudulento montado pelo senhor “Carlinhos Cachoeira” integrantes do Parlamento e a mídia criminosa que teme investigações mais profundas sobre suas reais ligações com a quadrilha, cuja base fica em Goiânia.

Para dirimir qualquer dúvida a respeito do assunto, já encaminhei ofício à Procuradoria-Geral da República solicitando provas e dados que, eventualmente, pudessem me ligar ao esquema de “Cachoeira”. A íntegra do documento, enviado em 11/04/2012, pode ser lida aqui: http://blogdoprotogenes.com.br/?p=3299 .

Atenciosamente,

Protógenes Pinheiro de Queiroz

Deputado Federal pelo PCdoB – São Paulo

Brasília, 09 de maio de 2012

Documentos da PF mostram que Veja atendia a interesses de Cachoeira

Escutas telefônicas gravadas com autorização da Justiça revelaram uma ligação sombria entre o chefe de um esquema milionário de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira, e a maior revista semanal do Brasil, Veja. As conversas mostram uma relação próxima entre o contraventor e Policarpo Júnior, diretor da revista em Brasília (DF). Segundo documentos da Polícia Federal, Cachoeira teria passado informações que resultaram em pelo menos cinco capas da Veja, além de outras reportagens em páginas internas, publicadas de acordo com interesses do bicheiro e de comparsas. Trata-se de uma troca de favores, que rendeu muitos frutos a Carlinhos Cachoeira e envolveu a construtora Delta. O escândalo pode levar Roberto Civita, presidente da empresa que publica a Veja e um dos maiores barões da imprensa do País, a ser investigado e convocado para depor na CPI.

 

Assista ao vídeo da reportagem clicando aqui.

 

Fonte: Rede Record

Lista de contatos dos títulares da CPMI do Cachoeira

Se não houver um controle social na CPMI do Cachoeira, ficará difícil investigar e punir os bandidos da República. Sem este controle, o Parlamento será o criminoso e o Cachoeira inocente! Enviem mensagens aos integrantes da CPMI exigindo transparência nas sessões e documentos. Cumpram as leis 131/2009 e 12.527/2011.

A lista pode ser acessada clicando aqui.

Por que a mídia quer obstruir a CPMI do Cachoeira?

Eu tenho uma tese: não existe jornalista-bandido. Ou o profissional é jornalista ou é bandido. Em todas as áreas é assim, existem os bons e maus profissionais. Com a mídia não é diferente.

Desde que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do caso Cachoeira foi requerida por mim originalmente em 20 de março deste ano, o que se lê em alguns veículos de comunicação é a tentativa autoritária de desqualificar a minha pessoa, procurando de forma quase cômica me vincular ao esquema do contraventor alvo da comissão, o senhor Carlos Cachoeira. E por qual motivo?

O que a imprensa não quer noticiar agora é que ela também será objeto de investigação. Quem teria o dever de denunciar de forma responsável agora será denunciado. Parece até que estamos na ditadura, quando alguns inomináveis veículos de imprensa preferiam silenciar-se em relação ao que deveria ser denunciado, de forma a enganar a Nação.

Não queremos “calar a mídia”, censurá-la ou algo do gênero. Este País preza pela democracia de forma irreversível. Mas o que o jornalismo espúrio não pode negar são as provas agora encontradas: um contraventor de Goiás abastecia famosos veículos jornalísticos com informações obtidas através de um esquema inedôneo de obtenção de dados.

Quando coordenei a Operação Satiagraha (2008), abri um capítulo especial sobre a mídia no relatório final da investigação. Já naquela época, ficou-se sabendo das quadrilhas de informações falsas ou contrabandeadas dos maus profissionais das palavras. Pela primeira vez ousou-se dizer o que muitos desconfiavam: existe bandidagem também nos veículos de comunicação.

Sim. Chegou a hora. A “bandidagem” vai ganhar nome e vai ser obrigada a esclarecer os fatos. A CPI do Cachoeira –que foi criada de forma mista, com integrantes da Câmara dos Deputados e Senado – terá entre seus depoentes conhecidos “ditos” jornalistas, maus “representantes” da mídia brasileira que, ao invés de revelar esquemas fraudulentos de seus políticos favoritos, usam as informações vindas de verdadeiros criminosos para promover ataques oposicionistas que em NADA contribuem para o engrandecimento do País.

Redução da carga horária de profissionais de enfermagem é apoiada por Protógenes

O Deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) reitera seu apoio á redução da carga horária de trabalho dos profissionais de enfermagem de 40 para 30 horas semanais, conforme Projeto de Lei 2.295/2000.

O texto, que deve ser votado na Câmara dos Deputados ainda neste semestre, beneficia enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. Com a medida, representantes oficiais da categoria avaliam que deverão ser absorvidos pelo setor mais de 22 mil novos postos de trabalhos.

Bandidos armados até os dentes

Protógenes Queiroz - Em 2003, a população brasileira perdeu o direito de se defender do estado paralelo comandado por bandidos que chefiam organizações criminosas com acesso a armas usadas até em conflitos envolvendo nações em guerra. O estatuto do desarmamento entrou em vigor no país naquele ano, impingindo ao cidadão comum uma série de restrições. Enquanto os morros cariocas revelaram, por meio das instalações de UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora), ainda em fase de teste, que as organizações criminosas que controlam o tráfico de drogas no estado fluminense contam com fuzis AR-15 e bazucas em seu arsenal, policiais cariocas em treinamento para assumir a UPP do Complexo do Alemão realizaram cursos em que dispararam apenas 21% do total de tiros exigidos oficialmente. A informação revelada pela imprensa partiu de fontes de dentro da PM, através de denúncias anônimas, enquanto a criminalidade armada e feroz se refestelava em festas nas comunidades, exibindo o brilho das armas de grosso calibre nas mães.

Em fevereiro de 2012, os bombeiros e policiais militares cariocas entraram em greve por melhores condições de trabalho. O resultado? Os líderes do movimento legitimado pela nossa Constituição acabaram presos em presídios de segurança máxima como criminosos comuns. E apenas no primeiro bimestre deste ano, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo revelou que o número de latrocínios aumentou mais de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.

A restrição aos direitos do cidadão amarga a carência por um debate mais profundo, calcado na realidade de um país banhado no sangue de famílias que se desagregam nos disparos proferidos por armas clandestinas. Trata-se de uma disputa desigual, que carece de embasamento teórico e mascara a realidade de que nossa segurança pública é falha, que o combate ao tráfico de armas é falho e que o desamparo do Estado destrói a vida de milhares de cidadãos sem direito à defesa.

Via Diário de São Paulo

“Nòs temos o direito de vida e não de morte”, afirma Protógenes

Protógenes Queiroz participa de audiência pública sobre segurança e serviços de inteligência

O Deputado Federal Delegado Protógenes (PCdoB-SP) participou hoje (24/04/2012) de audiência pública realizada no Congresso Nacional para discutir as questões de segurança e serviços de inteligência, com foco nos grandes eventos internacionais a serem realizados no Brasil, a exemplo da Copa do Mundo e das Olimpíadas. No encontro, estiveram presentes representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Departamento de Inteligência da Polícia Federal e das Forças Armadas.

Entre os temas que despertaram especial atenção, os ataques tecnológicos ganharam importância igual ou superior aos temidos ataques terroristas, a exemplo do que aconteceu na Olimpíada de Munique (1972), quando 11 atletas israelenses foram mortos. Para os participantes do encontro, os grandes eventos que acontecerão no Brasil ainda nesta década deixarão um grande legado de segurança pública para o País, com estruturas de inteligência mais organizadas.

Além disso, a necessidade de criação de uma política nacional para o setor de inteligência brasileiro foi considerado como de extrema relevância para a melhor gestão da área no País, atualmente sob coordenação do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), composto por 26 orgãos de 13 ministérios.

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