Em Rio Claro-SP, Protógenes afirmou: o crime internacional queria controlar o futebol brasileiro.
Fonte: Yuri Félix Araujo

Em visita a Rio Claro-SP o delegado que prendeu Maluf, Pitta e o banqueiro Daniel Dantas, falou de sua luta e da corrupção no Brasil.
Em programa local de TV, em Rio Claro, o delegado licenciado da Polícia Federal Protógenes Queiroz contou que ele e seus colegas salvaram o “Coringão” (Sport Club Corinthians Paulista) da máfia russa, através da operação Perestróica, possibilitando que o clube hoje seja uma empresa sólida e próspera. Outros clubes de futebol, segundo ele, também estavam sendo invadidos pelo crime internacional. “Viam facilidade no Brasil e quiseram dominar até a nossa paixão que é o futebol, mas a PF soube resolver o caso e ainda gerar um efeito pedagógico: crime aqui não tem vez”, disse.

Em sua visita a Rio Claro, na tarde desta segunda-feira, 19 de abril, Protógenes Queiroz foi recebido pelo prefeito Du Altimari, que manifestou admiração pela conduta do delegado à frente de investigações importantes para o País. Acompanhado da presidente do diretório estadual do PCdoB, Nádia Campeão, natural da cidade, e de correligionários locais, Protógenes encontrou também, ainda no gabinete do prefeito, a Relações Públicas da APM (Associação Paulista dos Municípios), Dalva Christofoletti, que também o cumprimentou pelas “admiráveis conquistas”.
Na visita à OAB, onde se reuniu com o presidente William Nagib Filho e diretoria, Protógenes defendeu a união das pessoas de bem para combater o crime contra os cofres públicos e ajudar a construir “um país favorável à maioria honesta e batalhadora”. O delegado argumentou que só assim o Brasil será “apropriado para o verdadeiro desenvolvimento”.
Protógenes visitou também a Udam (União de Amigos do Menor) que, segundo ele, trata-se de um exemplo de entidade, com bons frutos na recuperação de menores infratores. Os pastores Marcos José Fogaça e Saulo de Araújo, presidente e vice da Assembléia de Deus Ministério Madureira, também receberam o delegado que finalizou sua passagem por Rio Claro nas Faculdades Claretianas, onde se reuniu com o diretor administrativo Padre Brás Lorenzetti e o professor José Ademir Crivelari, coordenador do curso de Direito
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